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Metodologia utilizada na validação farmacológica do uso de plantas medicinais do século XVII ao XX no Brasil

Revista Fitos
A validação farmacológica do uso de plantas medicinais referidas por médicos e farmacêuticos entre o século XVII e o século XX, contou com distintas etapas, envolvendo a seleção dos pesquisadores, a compilação de seus resultados, a verificação farmacológica e toxicológica dos usos indicados. Para este projeto foi elaborada uma metodologia que se utilizou de pesquisa em base de dados, além da ferramenta RedCap para compilação de dados, permitindo a validação farmacológica em trabalhos realizados nos últimos 30 anos prevista como uma etapa necessária pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para validação de uso tradicional. Essa metodologia foi utilizada por todos os pesquisadores envolvidos para a pesquisa das 600 plantas medicinais selecionadas pelo projeto.
DOI
10.32712/2446-4775.2025.1861
Referências do artigo
1. Piso W & M, Georg. 1648. Historia Naturalis Brasiliae: in qua non tantum plantæ et animalia, sed et indigenarum morbi, ingenia et mores describuntur et iconibus supra quingentas illustrantur. Amsterdam: Elzevier. Editado e anotado por Johannes de Laet. 2. Chernoviz PLN. Formulário ou guia médico. 1ª. ed. Rio de Janeiro: Tipografia Nacional. 1841. 3. Matta AA. Flora médica brasiliense. 3ª. ed. Manaus: Valer, 1913. 356p. (Série Poranduba). 4. Oliveira PJM, Gilbert B. Reconhecimento das Plantas Medicinais de uso tradicional no Brasil: a relevância e o pioneirismo da Casa Granado. Rev Fitos. 2015; 9(4): 293-296. [https://doi.org/10.5935/2446- 4775.20150027]. 5. Brasil. Pharmacopeia dos Estados Unidos do Brasil. 1926. 1ª. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional.
Publicado por (Instituto)