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LER: trabalho, exclusão, dor, sofrimento e relação de gênero. Um estudo com trabalhadoras atendidas num serviço público de saúde

Cadernos de Saúde Pública (CSP)
Neste artigo, apresentamos os resultados da pesquisa qualitativa que desenvolvemos a partir do material de arquivo de um serviço de saúde referente a quatro grupos terapêuticos ocorridos entre 1995 e 1997. Nosso objetivo foi reconstruir a trajetória de vida e trabalho de portadoras das LER, considerando as suas relações com os familiares, parentes, amigos, empresa, colegas de trabalho, com os serviços de saúde e os impactos sobre a vida cotidiana. As informações descritas corroboram com os dados encontrados na literatura científica referentes à maior freqüência das LER entre as mulheres e permite-nos elencar um rol de necessidades relacionadas à questão dos sofrimentos biopsicossociais decorrentes, sugerindo a necessidade de novas pesquisas de investigação e intervenção, com intuito de produzir tecnologias assistivas e preventivas que coloquem fim nesta trilha de adoecimento.
DOI
10.1590/S0102-311X2006000600015
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