Cadernos de Saúde Pública (CSP)
Estudos de campo sobre a morbidade da esquistossomose mansônica foram realizados em algumas áreas rurais do interior do nordeste do Brasil durante o primeiro semestre de 1991. Estes estudos seccionais foram limitados à determinação do gradiente clinico da endemia. Foram examinadas todas as populações presentes neste levantamento feito casa-por-casa. Os resultados mostraram a redução da prevalência da forma mais grave da esquistossomose - a forma hepatosplênica - quando comparados com estudos semelhantes feitos nas mesmas áreas durante as décadas de 60 e 70. As taxas de prevalência das formas clínicas graves da doença foram deslocadas dos grupos de idade mais jovens para os grupos mais velhos.
DOI
10.1590/S0102-311X1995000200017
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