Pular para o conteúdo principal

Índice de significância medicinal na seleção de plantas medicinais para a Plataforma Agroecológica de Fitomedicamentos – Fiocruz

Revista Fitos

A flora brasileira é megadiversa, e está sob pressão pelo avanço das atividades humanas. As comunidades tradicionais possuem grande conhecimento acerca de usos e propriedades das plantas, mas este conhecimento não se reflete no aproveitamento das espécies nativas para a produção de medicamentos ou reconhecimento oficial nas listas de plantas medicinais preconizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).  Foi proposta a criação do Índice de Significância Medicinal (ISM) para localizar, em listagens de plantas, aquelas com maior potencial de estudo farmacológico a partir da validação dos usos populares, valorizando o caráter nativo em função da conservação da biodiversidade e avaliando sua presença em listas oficiais do governo. O Índice foi aplicado a um levantamento florístico realizado no Campus Fiocruz Mata Atlântica, Rio de Janeiro, em que 44 espécies (42 nativas, duas exóticas) tiveram indicação de usos medicinais em literatura, e apenas três estão presentes em listas oficiais. O ISM contribuiu para a indicação de plantio de sete espécies na Plataforma Agroecológica de Fitomedicamentos, Fiocruz. O Índice demonstrou ser uma ferramenta útil para a identificação e seleção de plantas medicinais nativas ainda não reconhecidas em listas oficiais da ANVISA para pesquisa das suas propriedades e desenvolvimento de métodos e produtos.

DOI
10.32712/2446-4775.2024.1617
Identificação
Referências do artigo
Peixoto AL, Luz JRP, Brito MA. Conhecendo a Biodiversidade. Brasília: Editora Vozes. 2016. 196p. ISBN: 9788563100085. [https://ppbio.inpa.gov.br/sites/default/files/conhecendo_a_biodiversidade_livro.pdf]. Giulietti AM, Harley RM, Queiroz LP, Wanderley MGL, Berg CVD. Biodiversity and conservation of plants in Brazil. Conserv Biol. 2005; 19(3): 632-9. ISSN: 0888-8892. [https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2005.00704.x]. Leonel M. Bio-sociobiodiversidade: preservação e mercado. Est Avanç. 2000; 14(38): 321-46. ISSN: 1806-9592. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0103-40142000000100019]. [acesso em: 21 jun. 2023]. Primack RB, Rodrigues E. Biologia da Conservação. Londrina: Planta. 2001. 328p. ISBN: 8590200213. Hamilton AC, Shengji P, Kessy J, Khan AA, Lagos-Witte S, Shinwari ZK. The purposes and teaching of Applied Ethnobotany. People and Plants working paper 11. Goldaming, Surrey, UK: WWF, Godalming; 2003. Disponível em: [https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000145847]. [acesso em: 21 jun. 2023]. Lorenzi H, Matos FJA. Plantas medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas. Nova Odessa: Editora Plantarum. 2008. 576p. ISBN: 8586714283. Campesato, VR. Uso de plantas medicinais durante a gravidez e risco de malformações congênitas. Porto Alegre. 2005. 138f. Tese de Doutorado [Programa de Pós-Graduação em Genética e Biologia Molecular] - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS. Porto Alegre; 2005. [https://lume.ufrgs.br/handle/10183/7354]. Elisabetsky E, Souza GC. Etnofarmacologia como ferramenta de busca de substâncias ativas. In: Simões CMO, Schenkel EP, Mello JCP, Mentz LA, Petrovick PR, editores. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 5ª ed. Revisada. Porto Alegre/Florianópolis: Editora da UFSC; 2004: p. 107-22. ISBN: 8570256825. Oliveira FC, Albuquerque UP, Fonseca-Kruel VS, Hanazaki N. Avanços nas pesquisas etnobotânicas no Brasil. Acta Bot Brasilica. 2009; 23(2): 590-605. ISSN: 1677-941X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0102-33062009000200031]. [acesso em: 27 mar. 2022]. Trajano E. Políticas de conservação e critérios ambientais: princípios, conceitos e protocolos. Est Avanç. 2010; 24(68): 135-46. ISSN: 1806-9592. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0103-40142010000100012]. [acesso em: 12 jun. 2023]. Brasil. Ministério da Saúde. Política e Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Departamento de Assistência Farmacêutica. Brasília. 2016. ISBN 9788533423992. [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_programa_nacional_plantas_medicinais_fitoterapicos.pdf]. Brasil. Ministério da Saúde. Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Série B, Textos básicos da saúde, Brasília. 2006. ISBN 8533410921. [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_fitoterapicos.pdf]. Brasil. Ministério da Saúde. Práticas integrativas e complementares: plantas medicinais e fitoterapia na Atenção Básica. Cadernos de Atenção Básica 13. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasília. 2012. ISBN 9788533419124. Brasil. Ministério da Saúde. Plantas Medicinais de Interesse ao SUS – RENISUS. 2021. Disponível em: [https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sctie/daf/plantas-medicinais-e-fitoterapicas/ppnpmf/plantas-medicinais-de-interesse-ao-sus-2013-renisus]. [acesso em: 24 mai. 2023]. Brasil. Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais Rename. Ministério da Saúde. Brasília. 2022. ISBN 9786559931408. [https://bvsms.saude.gov.br/publicada-a-relacao-nacional-de-medicamentos-rename-2022/]. Brasil. Ministério da Saúde. 2014. Lista de Produtos Tradicionais Fitoterápicos de Registro Simplificado. Instrução Normativa n° 02, de 13 de maio de 2014. Disponível em: [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2014/int0002_13_05_2014.pdf]. [acesso em: 24 mai. 2023]. Brasil. Ministério da Saúde. Regulamento Técnico de Espécies Vegetais para o Preparo de Chás. Resolução RDC N° 267, de 22 de setembro de 2005. Disponível em: [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2005/res0267_22_09_2005.html]. [acesso em: 25 abr. 2022]. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA. (org.). Farmacopeia Brasileira. 6ª ed. Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Brasília. 2019; 725 p. Disponível em: [https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/farmacopeia/farmacopeia-brasileira/plantas-medicinais.pdf/@@download/file/PLANTAS%20MEDICINAIS.pdf]. [acesso em: 24 mai. 2023]. Flora e Funga do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. 2022. Disponível em: [http://floradobrasil.jbrj.gov.br]. [acesso em: 04 abr. 2022]. Alcorn JB. The scope and aims of ethnobotany in a developing world In: Schultes RE, Reis SV, editores. Ethnobotany: evolution of a discipline. Timber Press, Cambridge. 1995; p. 23-39. ISBN 9780412722707. Albuquerque UP, Lucena RFP, Alencar, NL. Métodos e técnicas para coleta de dados etnobiológicos. In: Albuquerque UP, Lucena RFP, Cunha, LVFC, organizadores. Métodos e técnicas na pesquisa etnobiológica e etnoecológica. Recife, PE: NUPPEA. 2010; p. 41-64. ISBN 9788563756015. Prance GT, Balée W, Boom BM, Carneiro RL. Quantitative ethnobotany and the case for conservation in Amazonia. Conserv Biol. 1987; 1(4): 296-310. ISSN: 0888-8892. [https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.1987.tb00050.x]. Turner NJ. The Importance of a Rose: Evaluating the Cultural Significance of Plants in Thompson and Lillooet Interior Salish. Am Anthropol, New Series. 1988; 90(2): 272-90. ISSN: 0002-7294. [https://doi.org/10.1525/aa.1988.90.2.02a00020]. Cesar FIG. Ferramentas Gerenciais da Qualidade. São Paulo, Biblioteca24horas. 2013. ISBN: 9788541604710. Alves JCM, Mendonça FM, Medeiros H, Magalhães GH. Planejamento estratégico organizacional: reflexões da utilização das matrizes SWOT e GUT em uma associação de catadores de materiais recicláveis. Sistem Gestão. 2018; 13(2): 219-31. ISSN 1980-5160. Disponível em: [https://doi.org/10.20985/1980-5160.2018.v13n2.1383]. [acesso em: 24 mai. 2023]. Silva VA, Andrade LHC, Albuquerque UP. Revising the Cultural Significance Index: The Case of the Fulni-ô in Northeastern Brazil. Field Methods. 2006; 18(1): 98–108. ISSN: 1552-3969. Disponível em: [https://doi.org/10.1177/1525822X05278025]. [acesso em: 27 jun. 2023]. Fiocruz. Fundação Oswaldo Cruz. Campus Fiocruz Mata Atlântica. 2017. Disponível em: [https://portal.fiocruz.br/campus-fiocruz-mata-atlantica]. [acesso em: 19 jun. 2023]. Manão CYG. Fitossociologia de um trecho de Floresta Ombrófila Densa submontana preservada no Campus Fiocruz da Mata Atlântica, Jacarepaguá, RJ. Rio de Janeiro; 2007. 52p. Monografia - Universidade Gama Filho. Rio de Janeiro; 2007. APG IV (Angiosperm Phylogeny Group). An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG IV. Bot J Linn Soc. 2016; 181: 1-20. ISSN 1095-8339. Disponível em: [https://doi.org/10.1111/boj.12385] [acesso em: 22 mai. 2023]. Messias MCTB, Menegatto MF, Prado ACC, Santos BR, Guimarães MFM. Uso popular de plantas medicinais e perfil socioeconômico dos usuários: um estudo em área urbana em Ouro Preto, MG, Brasil. Rev Bras Pl Medic. 2013; 17(1): 76-104. ISSN: 1983-084X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/1983-084X/12_139]. [acesso em: 25 abr. 2023]. Bandeira AS. Etnoconhecimento da utilização de plantas medicinais nos municípios polarizados por Pombal, Paraíba, Brasil. Campina Grande; 2014. Dissertação de Mestrado. [Programa de Pós-Graduação em Sistemas Agroflorestais] - Universidade Federal de Campina Grande, UFCG, Campina Grande; 2014. [https://www.oasisbr.ibict.br/vufind/Record/BRCRIS_97d0dd345e70096a6f4e9be43e36df8d]. Costa VP, Mayworm MAS. Plantas medicinais utilizadas pela comunidade do bairro dos Tenentes - município de Extrema, MG, Brasil. Rev Bras Pl Medic. 2011; 13(3): 282-92. ISSN: 1983-084X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S1516-05722011000300006]. [acesso em 25 abr. 2022]. Santos ABN, Araújo MP, Sousa RS, Lemos JR. Plantas medicinais conhecidas na zona urbana de Cajueiro da Praia, Piauí, Nordeste do Brasil. Rev Bras Pl Medic. 2016; 18(2): 442-50. ISSN: 1983-084X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/1983-084X/15_149]. [acesso em: 19 jun. 2023]. Pasa MC. Saber local e medicina popular: a etnobotânica em Cuiabá, Mato Grosso, Brasil. Bol Mus Para Emilio Goeldi Cien Hum. 2011; 6(1): 179-96. ISSN: 2178-2547. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S1981-81222011000100011]. [acesso em: 21 jun. 2023]. De David M, Pasa MC. As plantas medicinais e a etnobotânica em Várzea Grande, MT, Brasil. Rev Interações. 2015; 16(1): 97-108. ISSN: 1984-042X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/1518-70122015108]. [acesso em: 22 jun. 2022]. Baptistel AC, Coutinho JMCP, Lins Neto EMF, Monteiro JM. Plantas medicinais utilizadas na Comunidade Santo Antônio, Currais, Sul do Piauí: um enfoque etnobotânico. Rev Bras Pl Medic. 2014; 16(2): 406-25. ISSN: 1516-0572. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/1983-084X/12_137]. [acesso em: 24 mai. 2023]. Rodrigues AP, Andrade LHC. Levantamento etnobotânico das plantas medicinais utilizadas pela comunidade de Inhamã, PE, Nordeste do Brasil. Rev Bras Pl Medic. 2014; 16(3): 721-730. ISSN: 1983-084X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/1983-084x/08_159]. [acesso em: 25 abr. 2023]. Liporacci HSN, Simão DG. Levantamento etnobotânico de plantas medicinais nos quintais do Bairro Novo Horizonte, Ituiutaba, MG. Rev Bras Pl Medic. 2013; 15(4): 529-40. ISSN: 1983-084X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S1516-05722013000400009]. [acesso em: 31 mai. 2023]. Mota RS, Dias HM. Quilombolas e recursos florestais medicinais no sul da Bahia, Brasil. Rev Interações. 2012; 13(2): 151-9. ISSN: 1984-042X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S1518-70122012000200002]. [acesso em: 25 mai. 2022]. Cunha Lima ST, Rodrigues ED, Alves C, Merrigan TL, Melo T, Guedes MLS et al. O uso de plantas medicinais por uma comunidade indígena Pataxó no NE do Brasil. Rev Bras Pl Medic. 2012; 14(1): 84-91. ISSN: 1983-084X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S1516-05722012000100012]. [acesso em: 25 abr. 2022]. Brito MR, Senna-Valle L. Plantas medicinais utilizadas na comunidade caiçara da Praia do Sono, Paraty, Rio de Janeiro, Brasil. Acta Bot Brasilica. 2011; 25(2): 363-72. ISSN: 0102-3306 Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0102-33062011000200012] [acesso em: 24 mai. 2023] Agra MF, Silva KN, Basilio IJLD, Freitas PF, Barbosa-Filho JM. Levantamento de plantas medicinais utilizadas na região do Nordeste do Brasil. Rev Bras Farmacogn. 2008; 18(3): 472-508. ISSN: 0102-695X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0102-695X2008000300023]. [acesso em: 25 abr. 2023]. Santos MRA, Lima MR, Ferreira MGR. Uso de plantas medicinais pela população de Ariquemes, em Rondônia. Rev Horticult Bras. 2008; 26(2): 244-50. ISSN: 1806-9991. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0102-05362008000200023]. [acesso em: 21 jun. 2023]. Lima IEO, Nascimento LAM, Silva MS. Comercialização de plantas medicinais no Município de Arapiraca-AL. Rev Bras Pl Medic. 2016; 18(2): 462-72. ISSN: 1983-084X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/1983-084X/15_201]. [acesso em: 19 jun. 2023]. Ferreira PI, Gomes JP, Stedille LI, Bortoluzzi RLC, Mantovani A. Potencial terapêutico de espécies arbóreas em fragmentos de floresta Ombrófila Mista, Brasil. Rev Floresta Amb. 2016; 23(1): 21-32. ISSN: 2179-8087. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/2179-8087.072414]. [acesso em: 22 jun. 2022]. Oliveira DMS, Lucena EMP. O uso de plantas medicinais por moradores de Quixadá–Ceará. Rev Bras Pl Medic. 2015; 17(3): 407-412. ISSN: 1677-941X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0102-33062009000200031]. [acesso em: 24 mai. 2023]. Neto FRG, Almeida GSSA, Jesus NG, Fonseca MR. Estudo Etnobotânico de plantas medicinais utilizadas pela Comunidade do Sisal no município de Catu, Bahia, Brasil. Rev Bras Pl Medic. 2014; 16(4): 856-65. ISSN: 1983-084X. Disponível em [https://doi.org/10.1590/1983-084X/11_207]. [acesso em: 25 mar. 2022]. Meretika AHC, Peroni N, Hanazaki N. Conhecimento local sobre plantas medicinais em três comunidades de pescadores artesanais (Itapoá, sul do Brasil), de acordo com gênero, idade e urbanização. Acta Bot Brasilica. 2010; 24(2): 386-94. ISSN: 1677-941X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0102-33062010000200009]. [acesso em: 29 mai. 2023]. Oliveira EOS, Collier KFS, Mota GMS, Ely BP, Pereira FR. Plantas medicinais usadas pela comunidade kalunga do Quilombo do Engenho de Dentro em Cavalcante – GO para tratamento de afecções bucais. Rev Cereus. 2010; 2(2). ISSN: 2175-7275. Disponível em: [http://www.ojs.unirg.edu.br/index.php/1/article/view/51]. [acesso em: 27 jun. 2023]. Biavatti MW, Marensi V, Leite SN, Reis A. Levantamento etnofarmacognóstico em compêndios botânicos de espécies da Mata Atlântica com potencial cosmecêutico, Brasil. Rev Bras Farmacogn. 2007; 17(4): 640-53. ISSN: 0102-695X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0102-695X2007000400025]. [acesso em: 24 mai. 2023]. Teixeira G, Maciel S, Pietrobom MR. Potencial utilitário de licófitas e samambaias: aplicabilidade ao contexto amazônico. Biota Amazonia. 2015; 5(1): 68-73. ISSN: 2179-5746. Disponível em: [http://dx.doi.org/10.18561/2179-5746/biotaamazonia.v5n1p68-73]. [acesso em: 22 mar. 2022]. Albertasse PD, Thomaz LD, Andrade MA. Plantas medicinais e seus usos na comunidade da Barra do Jucu, Vila Velha, ES. Brasil. Rev Bras Pl Medic. 2010; 12(3): 250-60. ISSN: 1516-0572. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S1516-05722010000300002]. [acesso em: 25 abr. 2023]. Silva MDP, Marini FS, Melo RS. Levantamento de plantas medicinais cultivadas no município de Solânea, agreste paraibano: reconhecimento e valorização do saber tradicional. Rev Bras Pl Medic. 2015; 17(4): 881-90. ISSN: 1983-084X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/1983-084X/14_112]. [acesso em: 21 mai. 2023]. Gonçalves KG, Pasa MC. A etnobotânica e as plantas medicinais na Comunidade Sucuri, Cuiabá, MT, Brasil. Rev Interações. 2015; 16(2): 245-56. ISSN: 1984-042X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/1518-70122015201]. [acesso em: 31 mai. 2023]. Nunes GP, Silva MF, Resende UM, Siqueira JM. 2003. Plantas medicinais comercializadas por raizeiros no Centro de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Rev Bras Farmacogn. 2003; 13(2): 83-92. ISSN: 1981-528X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0102-695X2003000200004]. [acesso em: 21 jun. 2023]. Souza LF, Dias RF, Guilherme FAG, Coelho CP. Plantas medicinais referenciadas por raizeiros no município de Jataí, estado de Goiás. Rev Bras Pl Medic. 2016; 18(2): 451-61. ISSN: 1983-084X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/1983-084X/15_173]. [acesso em: 21 mai. 2023]. Freitas AVL, Coelho MFB, Pereira YB, Freitas Neto EC, Azevedo RAB. Diversidade e usos de plantas medicinais nos quintais da comunidade de São João da Várzea em Mossoró, RN, Brasil. Rev Bras Pl Medic. 2015; 17(4 supl. 2): 845-56. ISSN: 1983-084X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/1983-084X/14_080]. [acesso em: 24 mai. 2023]. Oliveira ER, Menini Neto L. Levantamento etnobotânico de plantas medicinais utilizadas pelos moradores do povoado de Manejo, Lima Duarte – MG. Revista Brasileira de Plantas Medicinais. 2012; 14(2): 311-20. ISSN: 1677-941X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0102-33062009000200031]. [acesso em: 22 mai. 2023]. Calvo TM. Uso sustentável da biodiversidade brasileira - prospecção químico-farmacológica em plantas superiores: Alchornea glandulosa, Alchornea triplinervia (Euphorbiaceae), Indigofera truxillensis e Indigofera suffruticosa (Fabaceae). Araraquara; 2007. Tese de Doutorado. [Programa de Pós-Graduação em Química] - Instituto de Química, Universidade Estadual Paulista, UNESP. Araraquara; 2007. [https://bv.fapesp.br/pt/dissertacoes-teses/6776/uso-sustentavel-de-biodiversidade-brasileira-prospeccao-qu]. Sousa OV, Fioravante IA, Yamamoto CH, Alves MS, Del-Vechio-Vieira G, Araújo ALA. Propriedades biológicas das sementes de Joannesia princeps Vellozo. HU Rev. 2007; 33(1): 23-7. ISSN: 1982-8047. Disponível em: [https://periodicos.ufjf.br/index.php/hurevista/article/view/50]. [acesso em 30 mai. 2023]. Veiga JB, Scudeller VV. Etnobotânica e medicina popular no tratamento de malária e males associados na comunidade ribeirinha Julião – baixo Rio Negro (Amazônia Central). Rev Bras Pl Medic. 2015; 17(4): 737-47. ISSN: 1983-084X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/1983-084X/14_039]. [acesso em: 27 jun. 2023]. Giraldi M, Hanazaki N. Uso e conhecimento tradicional de plantas medicinais no Sertão do Ribeirão, Florianópolis, SC, Brasil. Acta Bot Brasilica. 2010; 24(2): 363-72. ISSN: 1677-941X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0102-33062010000200010]. [acesso em: 03 mai. 2022]. Rebouças TCS, Almeida FC, Carneiro JS, Valadares SNS, Passos AR. Levantamento de espécies vegetais utilizadas na medicina popular adquiridas em feiras livres e roças em quatro municípios do Estado da Bahia. In: II Simpósio da Rede de Recursos Genéticos Vegetais do Nordeste, Fortaleza. Anais do II Simpósio da RGV Nordeste. Fortaleza: Embrapa Agroindústria Tropical; 2015. p. 114-5. Santos RC, Filho ALM. Fitoquímica e Atividades Biológicas do Gênero Swartzia: uma breve revisão. Orbital: The Electr J Chem. 2013; 5(2): 143-7. ISSN 1984-6428. Disponível em: [http://www.orbital.ufms.br/index.php/Chemistry/article/view/492/pdf]. [acesso em: 26 mar. 2022]. Macías-Villamizar VE, Cuca-Suarez LE, Coy-Barrera ED. Genus Nectandra: Phytochemistry and Biological Activity. Bol Latinoam Caribe Pl Med Aromat. 2015; 14(4): 317-342. ISSN: 0717-7917. Disponível em: [https://www.blacpma.usach.cl/sites/blacpma/files/articulo_7_-_1061_-_317_-_342.pdf]. [acesso em: 21 jun. 2023]. Baldauf C, Kubo RR, Silva F, Irgang BE. "Ferveu, queimou o ser da erva": conhecimentos de especialistas locais sobre plantas medicinais na região Sul do Brasil. Revista Brasileira de Plantas Medicinais. 2009; 11(3): 282-91. ISSN: 1516-0572. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S1516-05722009000300009]. [acesso em: 24 mai. 2023]. Santos IS, Peixoto AL. Taxonomia do gênero Macropeplus Perkins (Monimiaceae, Monimioideae). Rodriguésia. 2001; 52(81): 65-105. ISSN: 2175-7860. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/2175-78602001528104]. [acesso em: 19 jun. 2023]. Silva FT, Dias MO, Santos NP. “Pós de doliarina e ferro”: um dos remédios importantes da Farmácia Peckolt. Hist Cienc Saúde Mang. 2015; 22(4): 1427-39. ISSN: 1678-4758. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0104-59702015000400012]. [acesso em 22 mai. 2022]. Sens SL. Alternativas para a auto-sustentabilidade dos Xokleng da terra indígena Ibirama. Florianópolis; 2002. Dissertação de Mestrado. [Programa de Pós-Graduação em Engenharia da Produção] – Centro Tecnológico. Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC. Florianópolis. 2002. [https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/83829]. Rodrigues WA. Myristicaceae. In: Wanderley MGL, Shepherd GJ, Melhem TS, Giulietti AM, coordernadores. Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo Vol. 2. São Paulo: Instituto de Botânica; 2002. p. 209-12. ISBN: 852710587. Lamarca EV, Baptista W, Rodrigues DS, Oliveira Júnior CJF. Contribuições do conhecimento local sobre o uso de Eugenia spp. em sistemas de policultivos e agroflorestas, Brasil. Rev Bras Agroecol. 2013; 8(3): 119-30. ISSN: 1980-9735. [https://revistas.aba-agroecologia.org.br/rbagroecologia/article/view/13256]. Guimarães AG, Melo MS, Bonfim RR, Passos LO, Machado SMF, Ribeiro AS et al. Antinociceptive and anti-inflammatory effects of the essential oil of Eugenia candolleana DC., Myrtaceae, on mice. Rev Bras Farmacogn. 2009; 19(4): 883-7. ISSN: 1981-528X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0102-695X2009000600016]. [acesso em 21 jun. 2023]. Carneiro FM, Silva MJP, Borges LL, Albernaz LC, Costa JDP. Tendências dos estudos com plantas medicinais no Brasil. Rev Sapiência. 2014; 3(2): 44-75. ISSN 2238-3565. [https://www.revista.ueg.br/index.php/sapiencia/article/view/2954]. Costa NF. Avaliação da Atividade Farmacológica do óleo essencial de Piper rivinoides Kunth. Rio de Janeiro; 2005. Dissertação de Mestrado, 83f. [Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e Molecular] - Instituto Oswaldo Cruz, IOC, Fiocruz, Rio de Janeiro. 2005. [https://www.oasisbr.ibict.br/vufind/Record/BRCRIS_6cfc00d357e72457e1444c068b79f27f]. Souza RKD, Mendonça ACAM, Silva MAP. Aspectos etnobotânicos, fitoquímicos e farmacológicos de espécies de Rubiaceae no Brasil. Rev Cubana Pl Medic. 2013; 18(1): 140-56. ISSN: 1028-4796. Disponível em: [http://scielo.sld.cu/scielo.php?script=sci_arttext,pid=S1028-47962013000100016]. [acesso em 30 mai. 2023] Scio E, Mendes RF, Motta EVS, Bellozi PMQ, Aragão DMO, Mello J et al. Antimicrobial and antioxidant activities of some plant extracts. In Rao AV, editor. Phytochemicals as Nutraceuticals - Global Approaches to Their Role in Nutrition and Health. Europa: InTech; 2012. p. 21-42. ISBN: 9535102036. Bueno OL, Leonhardt C. Distribuição e potencial paisagístico dos gêneros Citharexylum L. e Verbenoxylum Tronc. no Rio Grande do Sul, Brasil. Iheringia, Série Botânica. 2011; 66(1): 47-60. ISSN 2446-8231. Disponível em: [https://isb.emnuvens.com.br/iheringia/article/view/61]. [acesso em: 24 mai. 2023]. Pinto EPP, Amorozo MC, Furlan A. Conhecimento popular sobre plantas medicinais em comunidades rurais de mata atlântica - Itacaré, BA, Brasil. Acta Bot Brasilica. 2006; 20(4): 751-62. ISSN: 1677-941X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0102-33062006000400001]. [acesso em: 24 mai. 2023]. Vásquez SPF, Mendonça MS, Noda SN. Etnobotânica de plantas medicinais em comunidades ribeirinhas do Município de Manacapuru, Amazonas, Brasil. Acta Amazon. 2014; 44(4): 457-72. ISSN: 1809-4392. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/1809-4392201400423]. [acesso em: 27 jun. 2023]. Chaves EMF, Barros RFM. Diversidade e uso de recursos medicinais do carrasco na APA da Serra da Ibiapaba, Piauí, Nordeste do Brasil. Rev Bras Pl Medic. 2012; 14(3): 476-86. ISSN: 1983-084X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S1516-05722010000100006]. [acesso em: 19 jun. 2023]. Magalhães AC. Etnobotânica, saberes locais e agricultura no contexto de uma floresta urbana: Maciço da Pedra Branca, RJ. Rio de Janeiro; 2010. Dissertação de Mestrado [Programa de Pós-Graduação em Geografia] - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. 2010. Stehmann JR, Forzza RC, Salino R, Sobral M, Costa DP, Kamino LHY. Plantas da Floresta Atlântica. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro. 2009. IBSN: 9788560035052. Adams C. Caiçaras na Mata Atlântica: Pesquisa científica versus planejamento e gestão ambiental. Annablume, São Paulo. 2000. ISBN 8574191019, 9788574191010. Moro MF, Souza VC, Oliveira-Filho AT, Queiroz LP, Fraga CN, Rodal MJN et al. Alienígenas na sala: o que fazer com espécies exóticas em trabalhos de taxonomia, florística e fitossociologia? Acta Bot Brasilica. 2012; 26(4): 981-9. ISSN: 1677-941X. Disponível em: [https://doi.org/10.1590/S0102-33062012000400029]. [acesso em : 21 jun. 2023]. Miller JR. Biodiversity conservation and the extinction of experience. Trends Ecol Evol. 2005; 20(8): 430-34. ISSN: 0169-5347. [https://doi.org/10.1016/j.tree.2005.05.013]. Proença MS, Dal-Farra RA, Oslaj EU. Espécies nativas e exóticas no ensino de ciências: uma avaliação do conhecimento dos estudantes do ensino fundamental. Cont Educ. 2017; 32(103): 213-47. ISSN: 2179-1309. Disponível em: [https://doi.org/10.21527/2179-1309.2017.103.213-247]. [acesso em: 21 jun. 2023]. Martinelli G, Moraes MA. 2013. Livro vermelho da flora do Brasil. Rio de Janeiro: Andrea Jakobson. 2013. ISBN: 9788588742581. CNCFlora. Lista Vermelha da flora brasileira versão 2012.2. Centro Nacional de Conservação da Flora; 2012. Disponível em [http://cncflora.jbrj.gov.br/portal/pt-br/profile/Virola bicuhyba]. [acesso em: 19 jun. 2023]. Phillips O. Some quantitative methods for analyzing ethnobotanical knowledge. Selected guidelines for ethnobotanical research: a field manual. In: Alexiades M, editor. Advances in Economic Botany Vol. 10, Selected Guidelines for Ethnobotanical Research: A Field Manual. Nova Iorque: The New York Botanical Garden; 1996. p. 171-97. ISBN: 0893274046. Friedman J, Yaniv Z, Dafini A, Palewith D. A preliminary classification of the healing potential of medicinal plants, based on a rational analysis of an ethnopharmacological field survey among bedouins in the Negev desert, Israel. J Ethnopharmacol. 1986; 16(2-3): 275-87. ISSN: 1872-7573. Disponível em: [https://doi.org/10.1016/0378-8741(86)90094-2]. [acesso em: 02 mai. 2022]. Trotter R, Logan M. Informant consensus: a new approach for identifying potentially effective medicinal plants. In: Etkin NL, editor. Plants in Indigenous Medicine and Diet: Biobehavioural Approaches. Bedford Hills: Redgrave publishers. 2016; p.91-112. ISBN: 0913178020. Bennett BC, Prance GT. Introduced plants in the indigenous pharmacopoeia of Northern South America. Econ Bot. 2000; 54(1): 90-102. ISSN 0013-0001 Disponível em: [https://doi.org/10.1007/BF02866603]. [acesso em: 02 abr. 2021].
Publicado por (Instituto)