Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde (RECIIS)
O presente artigo objetiva discutir, através da ideologia vigente entre os integrantes da Escola de Medicina da Bahia, como estes vão tratar a questão da loucura e da criminalidade frente aos novos paradigmas científicos do Século XIX e de como estes vão ser responsáveis pela concepção dos estereótipos que vão incindir sobre negros, mestiços e adeptos das religiões afrobrasileiras. Também analisaremos, através daquela que se tornou a publicação científica mais importante da época - Gazeta Médica da Bahia - , como os ideais e valores de uma classe em emergência eram difundidos com vistas à manutenção de um ideal – o fim da miscigenação.
DOI
10.3395/reciis.v4i3.664
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