Trabalho, Educação e Saúde (TES)
Neste artigo discutimos, na perspectiva da ergologia, o conceito de trabalho. Situamos as definições dele ao longo da história por diferentes correntes de pensamento e polemizamos sobre o caráter inédito, invisível e visível do trabalho. O que ele pressupõe e o que ele permite inferir em termos de investimento humano pessoal e coletivo. O que ele revela em termos de continuidades de modos de fazer e o que ele omite em termos de saberes investidos. Procuramos retrabalhar a noção de trabalho, tentando explicar os impasses evocados. Ao final, sugerimos como esta reapreciação da noção de trabalho poderia reinterrogar também o trabalho do historiador.
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10.1590/S1981-77462011000400002
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