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Dia Mundial das Hepatites: pesquisadoras destacam importância do diagnóstico precoce

29/07/2021

Acesse 10 conteúdos, publicados entre 2011 e 2020, em periódicos científicos da Fiocruz

Por Maíra Menezes (IOC/Fiocruz)*, com informações de Portal de Periódicos Fiocruz

Causa de milhares de mortes e problemas crônicos do fígado, as hepatites virais podem ser controladas com diagnóstico precoce, tratamento e medidas de prevenção, incluindo vacinas para alguns tipos do vírus. No entanto, o desconhecimento sobre o agravo faz com que muitas pessoas só sejam diagnosticadas quando apresentam complicações, como cirrose e câncer de fígado.

Para chamar atenção para o problema, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declara o 28 de julho como Dia Mundial das Hepatites. Em 2021, a campanha da entidade tem como tema, As hepatites não podem esperar, destacando que, mesmo em meio à pandemia de Covid-19, é preciso manter as ações contra a doença.

“Um dos grandes problemas para o diagnóstico das hepatites virais é que muitas pessoas não sentem nada na fase inicial da infecção. Principalmente nos casos de hepatite B e C, que causam o maior número de mortes e complicações, os sintomas só costumam aparecer quando a doença está avançada. Por isso, é importante fazer o teste, que está disponível gratuitamente nas unidades básicas de saúde”, ressalta a médica Lia Lewis Ximenez, chefe do Ambulatório de Hepatites Virais do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).

“Apesar da pandemia, não podemos esquecer das hepatites virais. O Dia Mundial foi criado para conscientizar as pessoas, para que busquem o teste, o tratamento e a vacinação. Todas as pessoas podem se vacinar contra hepatite B pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para as crianças, é oferecida ainda a vacina da hepatite A”, reforça a pesquisadora Livia Melo Villar, chefe do Laboratório de Hepatites Virais do IOC, que atua como serviço de referência para o agravo junto ao Ministério da Saúde. [Leia mais]

 

Acesse 10 conteúdos selecionados pelo Portal de Periódicos Fiocruz, publicados durante 10 anos em revistas científicas da Fiocruz (de 2011 a 2020):

Mabunda, Nédio et al. Molecular and serological characterization of occult hepatitis B among blood donors in Maputo, Mozambique. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz [online]. 2020, v. 115.

Santos, K. de S., Guimarães, R. J. de P. S. e, Sarmento, P. S. de M., & Morales, G. P. (2019). Perfil da hepatite A no município de Belém, Pará, Brasil. Vigilância Sanitária Em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia – Visa Em Debate, 7(2), 18-27.

Caterino-de-Araujo, Adele et al. Making the invisible visible: searching for human T-cell lymphotropic virus types 1 and 2 (HTLV-1 and HTLV-2) in Brazilian patients with viral hepatitis B and C. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz [online]. 2018, v. 113, n. 2, pp. 130-134.

Olmedo, Daniele Blasquez et al. Exposure source prevalence is associated with gender in hepatitis C virus patients from Rio de Janeiro, Brazil. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz [online]. 2017, v. 112, n. 9, pp. 632-639.

Cherchiglia, Mariangela Leal et al. Incidência de hepatite viral C em pacientes em hemodiálise no Brasil entre 2000 e 2003. Cadernos de Saúde Pública [online]. 2016, v. 32, n. 8.

Mota, A. G. da S., Siqueira, J. de F., Pereira, F. G. F., Freitas, M. M. C., Rodrigues, J. L. N., & Caetano, J. Áfio. (2015). Trabalhadores de um hospital escola em Fortaleza-CE: exposição cotidiana à Hepatite B. Vigilância Sanitária Em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia – Visa Em Debate, 3(2), 42-47.

Shoman, Sahar et al. Assessment of immunological changes in Epstein-Barr virus co-infection in Egyptian chronic HCV patients. Memórias do Instituto Oswaldo Cruz [online]. 2014, v. 109, n. 06, pp. 722-727.

Rodrigues, Marcus Paulo da Silva et al. Custo-efetividade da inclusão dos respondedores virológicos lentos no tratamento da hepatite C na presença da coinfecção com o HIV. Cadernos de Saúde Pública [online]. 2013, v. 29, suppl 1, pp. s146-s158.

Gaze, Rosangela et al. Teses sobre hepatites na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1837-2000. História, Ciências, Saúde-Manguinhos [online]. 2012, v. 19, n. 2, pp. 541-562.

Caiaffa, Waleska Teixeira and Rossi, Diana. Hepatites virais e vulnerabilidade em usuários de cocaína na América do Sul. Cadernos de Saúde Pública [online]. 2011, v. 27, n. 9, pp. 1664-1665. 

 

Leia, ainda, um conteúdo especial publicado pelo Blog da HCS-Manguinhos: 

Vítimas de tráfico negreiro ilegal trouxeram hepatite B da África para o Brasil.

 

*Edição: Vinicius Ferreira
Foto utilizada na arte: Peter Ilicciev

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