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Febre amarela, hepatite A e outros vírus: a arte do diagnóstico

18/01/2018

Estudo aborda a desafios em cenários epidemiológicos complexos, com foco em casos de doenças febris agudas

Por Memórias do Instituto Oswaldo Cruz | Imagem: Freepik

Nas últimas duas semanas, a mídia noticiou mortes de pessoas contaminadas pela febre amarela, que tinham procurado serviços médicos, onde foram diagnosticadas com outras doenças. Na edição de janeiro da revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, pesquisadores da Fiocruz publicaram o artigo Análise metagenômica revela o vírus da hepatite A em casos suspeitos de febre amarela no Brasil, que aborda a dificuldade de diagnóstico em casos de febre amarela, chikungunya, zika e dengue.

Utilizando uma abordagem metagenômica, o grupo liderado pela pesquisadora Ana Carolina P. Vicente identificou o vírus da hepatite A entre casos de doenças febris agudas ocorridas em 2008-2012, no Brasil, e suspeitas como febre amarela. Essas descobertas, segundo os autores, reforçam o desafio que enfrenta o diagnóstico clínico de rotina em cenários epidemiológicos complexos.

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